Primeiramente houve apresentação dos integrantes do grupo. Com a participação da Graciele, que tem retinopatia, a discussão foi mais direcionada para a história de sua vida, que relatou como é o dia-a-dia de uma pessoa com deficiência visual, como consegue dar os cuidados necessários para seu filho Pablo, de quase 3 anos.
A psicóloga Glaucia fala do trabalho da ADJ, do surgimento da instituição por meio de pais que tinham crianças com diabetes na época. Comentou que ao longo da vida, as pessoas modificam a visão em relação ao diabetes e também mudam a convivência em relação à condição.
Abordou também a visão individual que a pessoa tem em relação ao diabetes. Em seguida, Glaucia relata a importância de pararmos e olharmos para trás para saber o que deu certo e o que não deu certo e a oportunidade que temos em melhorar a situação.
Graciele comentou que não teve apoio da família no tratamento, já que sua mãe não aceitava a condição, mesmo frequentando a ADJ. Foi explicado pela Glaucia que há formas diferenciadas de conscientização das pessoas e também graus de maturidade para enfrentar a situação.
Outros participantes relataram que há um viés negativo também com a superproteção, mas diante do excesso de cuidado, há aspectos positivos também, pois os pais mostram o cuidado e o carinho com os filhos.
Assim, abriu-se um espaço para que cada um relatasse como as famílias enfrentam o diabetes. Dessa forma, há um resumo da reunião e Glaucia encerra dizendo que a autonomia e independência só acontecem quando há aprendizado e maturidade.
Finalizamos com o agradecimento da presença e convidamos para o próximo grupo que será no dia 17 de dezembro, às 10h, com o lançamento do livro da Dpaschoal, na ADJ.
Vanessa Pirolo
Assessora de Imprensa ADJ e Coordenadora do Grupo de Jovens Maiores de 16 anos.
10 de dezembro de 2011
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